quinta-feira, 16 de julho de 2009

GESTAR UM NOVO JEITO DE CAMINHAR

O Gestar é um programa que está se concretizando porque conta com uma equipe integrada e que partilha dos mesmos propósitos. A começar pelo Ministro da Educação e seus cooperadores no MEC. Como parceira, a UnB, coloca a serviço da formação continuada sua equipe de formadores e gestores. Embora se complementem, e todas contribuam para o êxito do programa, cada área tem a sua especificidade.

O Prof Dioney Moreira Gomes é o Coordenador Nacional do GESTAR de Língua Portuguesa, responsável pela parte pedagógica desse programa.
Exerce sua função com seriedade e ética. E o que mais importante: incentiva e valoriza o trabalho do formador.
Às vezes o trabalho dele é confundido com as questões administrativas que não é a esfera de competência dele, por isso, muitas mensagens que nos chegam nesse sentido são repassadas àqueles que podem esclarecer as questões colocadas, no seu âmbito de atuação e não a ele.
Assim sendo, é necessário lançarmos nosso olhar para as questões pertinentes ao sucesso do GESTAR em seu objetivo: chegar ao aluno e transformar os rumos da educação, destacando a autonomia de seus agentes nesse processo. Nesse aspecto temos total apoio do nosso coordenador.
Contudo, sabemos que o objetivo só será alcançado com o trabalho dos formadores locais e dos professores cursistas.
Nosso agradecimento ao apoio do Professor Dioney, que tem dado todo o suporte pedagógico necessário à consecução de nossa tarefa e nosso agradecimento a cada formador que tem desempenhado seu papel de educador com criatividade e sensibilidade.

Rosa Maria

10 comentários:

  1. Memorial
    Não há talvez dias da nossa infância que tenhamos tão intensamente vivido como aqueles que julgamos passar sem tê-los vivido, aqueles que passamos com um livro preferido.

    Marcel Proust, in 'O Prazer da Leitura'

    Escrever sobre minhas experiências com a leitura e a escrita me traz recordações não muito agradáveis, devido a forma como isso aconteceu. Recordo-me que a minha primeira escola era uma olaria (lugar onde se faz tijolo) que ficava à beira do rio em Queimadas-BA.
    O meu primeiro contato com as letras foi através do ABC – um livro pequeno que continha as letras do alfabeto, as sílabas e palavras. Ele era a base para alfabetização.
    O processo ocorria da seguinte forma a professora marcava a parte que deveríamos aprender em casa nós decorávamos e no dia seguinte demonstrava para professora o que tínhamos aprendido. A professora chamava cada um dos alunos a sua mesa e mandava que a gente lesse apontando a letra para ela saber que sabíamos reconhecer as letras.
    Esse processo ocorria assim: primeiro aprendíamos a vogais e em seguida as consoantes, depois passávamos para formação de silabas, logo após fazíamos a leitura soletrada mais ou menos assim: cha+co =cha+co+la+co+la+co+tei+ra + chaculateira. Esse método era muito difícil, pois quando chegávamos ao final da palavra já tínhamos esquecido o início. Depois dessa etapa passávamos para a cartilha: Vivi viu a uva.
    Lembro-me também que uma vez fiquei duas semanas na mesma lição por que não acertava dizer a palavra abóbora. Eu dizia abrobra, abobra, aboborá esse momento ficou marcado porque só acertei dizer no dia que a professora quando me chamou levantou uma régua enorme, isso significava que se eu não acertasse naquele dia eu apanharia, então quando olhei para régua não sei como a palavra abóbora saiu, mas em seguida voltei a dizer abroba.
    Não me lembro de ter vivenciado essa preocupação na minha comunidade e nem na minha escola. Os únicos materiais que nos colocava em contato com a escrita era o ABC e a cartilha. O que predominava era oralidade. Para nós, quem sabia contar boas histórias era uma das pessoas mais importante daquele povo.
    Diante disso, é evidente que ler histórias para as crianças não tinha espaço nesse contexto. Isso não fazia parte das nossas vidas. Livros de histórias não eram importantes para nós. O importante era as histórias contadas todas as noites das 18h00min às 20h00min, pois depois dessa hora todas as pessoas iam dormir.
    Naquela época ler e escrever não tinha significado para nós. A escola era vista como uma possibilidade de ascender na vida. Aprender a fazer as quatro operações era também muito importante.
    Diferente do meu tempo de criança, a escola disponibiliza os mais variados gêneros textuais: contos, poemas, romances, novelas, peça teatrais, além dos textos que circulam socialmente.
    Há escrita hoje também tem seu valor garantido. Alguns professores já trabalham tanto a escrita como a leitura considerando as condições de produção de texto: para quem se escreve? O que se escreve? Para que se escreve? Quando se escreve?
    Atualmente nas escolas aprende-se a ler e a escrever e lê-se e escreve-se para aprender, pois acredita-se que a ensinar ler e escrever é dar condições do aluno se apropriar dos conhecimentos historicamente construído e utilizá-lo.

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  2. Relatório de Atividades- Gestar
    Língua Portuguesa.

    Período: Junho e Julho de 2009.


    Dados pessoais:

    Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
    Matrícula: 11197573 - 0
    Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
    E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
    Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
    Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
    Descrição de atividades realizadas
    No início de junho começamos a nos reunir na DIREC 1/B - GESTAR para discutir a formatação da oficina Introdutória para alinharmos os itens relevantes acerca do Guia Geral. As discussões foram muito válidas, pois discutimos o Guia Geral, as atividades referentes à oficina, bem como os instrumentos de avaliação do “Avançando na prática” e projeto.
    Em seguida, passamos a nos encontrar para discutir a formatação da oficina de projeto e material de suporte teórico sobre o assunto.Estudamos alguns textos:Projeto Pedagógico:um estudo introdutório (Maria Adélia Teixeira Baffi),Projeto:uma nova cultura de aprendizagem (Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida),Os Parâmetros Curriculares e o projeto educativo da escola. Além desses textos, estudamos também Pedagogia dos Projetos. Etapas, papéis e atores (p.57 a 97).
    Partindo desse estudo, surgiram algumas discussões em torno de tema e assunto/temática/problemática. Essa discussão ocorreu entre os formadores de Língua Portuguesa durante dois encontros.
    A formatação da oficina de apresentação do Programa (Introdutória), já está pronta. Estamos esperando a autorização dos responsáveis para que possamos iniciar o nosso trabalho com os cursistas. Enquanto isso estamos confeccionando o material que será utilizado.
    Enquanto isso não acontece,continuamos discutindo o material sobre projeto e pesquisando mais textos que possam embasar o nosso trabalho.
    Salvador,20 de julho de 2009

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  3. Dados pessoais:
    Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
    Matrícula: 11.197.573-0
    Telefone/Cel:3321-5161 / 81734382
    E-mail: launarede@hotmail.com
    Formação: Letras Vernáculas
    Especialização/Mestrado/Doutorado ( X) Sim ( ) Não
    Especifique: Psicopedagogia institucional e Estudos Lingüísticos e Literários

    Senhora:
    Meu processo no GESTAR, iniciou-se no dia 23 de março de 2009, quando participei da seleção para atuar como formadora de Língua Portuguesa em Salvador, através de uma entrevista e uma carta de intenção. No dia 1º de maio fui convocada através do Diário oficial do Estado da Bahia fazer parte do grupo GESTAR da Bahia. Isso posto, submeto a apreciação de V. Srª. o relatório das atividades realizadas desde que ingressei no programa.
    No dia 05 de maio fui convidada a comparecer para uma reunião no dia 07/05/09 com a Coordenação Pedagógica do Programa GESTAR na sede da DIREC 1A/B, às 14 horas. Nesta reunião, a coordenação fez a apresentação do programa para os novos formadores de Língua Portuguesa e Matemática.
    Em seguida, iniciaram-se as reuniões pedagógicas para discussão do cronograma de atividades do mês de maio. Uma das atividades foi a leitura do Guia Geral com o objetivo dos novos formadores conhecerem a proposta de trabalho do programa GESTAR e discutir sobre a concepção socioconstrutivista do processo ensino-aprendizagem, pois é esta que fundamenta o programa. Essa atividade foi coordenada pela especialista de Língua Portuguesa e por um dos formadores veteranos.
    Na sequencia, a especialista em psicopedagogia Edmeire Santos Costas realização de uma oficina de integração com o objetivo de integrar o grupo de formadores antigo com os novos. Nesta oficina, participaram tanto os formadores de Língua Portuguesa como os de Matemática. È válido dizer que o objetivo foi alcançado, pois começamos a nos sentir parte do grupo.
    Continuando com as atividades agendadas, fizemos a leitura do TP1 e do TP2. Durante esta leitura discutimos a relação entre linguagem e cultura. Vimos também no TP2 como a variação lingüística, o texto, a intertextualidade, gramática, arte e literatura, gêneros textuais e tipos de discursos podem e devem entrar na sala de aula. Ainda nesse momento, discutimos sobre as questões ligadas à nova conceituação de gêneros dos textos e de tipos de textos.
    Dando seqüência aos nossos estudos, a formadora de Língua Portuguesa, Fátima Pereira realizou para os outros formadores, coordenadores e especialistas a oficina de Tipos textuais para que os novos formadores não só se aprofundasse nesse conteúdo, mas também percebessem a dinâmica de uma oficina.
    Devo mencionar que houve também planejamento e execução de estudo individuais e coletivos, visando nos apropriar mais dos conteúdos e das estratégias apresentadas pelo programa. Além disso, foi feita também a organização de turmas de cursistas.

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  4. Sequencia didática a partir do filme “Narradores de Javé” para 7ª e 8ª série
    1. Mobilização de conhecimentos prévios.
    • Expor do título do filme na lousa (utilize o recurso visual que a sua escola possui: data show ou retroprojetor).





    • Em seguida, selecionar dois alunos para responder a seguinte pergunta o que é um narrador?
    • Depois selecionar mais dois para perguntar que signifique a palavra Javé.
    • Na sequência comunicar que na aula de hoje nós vamos assistir filme cujo título é “Narradores de Javé”.
    • Neste momento, escolher oito alunos para responder a seguinte pergunta: como ele (a) acha que será a história do filme?
    a. O que conta? (o fato)
    b. Quem conta? (o narrador)
    c. Com quem? (as personagens)
    d. Onde? (o lugar: descrever um pouco)
    e. Quando? (Tempo)
    f. Como? (o modo)
    g. Por quê? (as causas)
    h. Como termina? (os resultados)

    2. Apresentação do vídeo: antes da exibição
    a. Informe apenas os aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura).
    b. Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia.

    3. Leitura - durante a exibição: os discentes devem anotar as cenas que considerarem mais importantes.
    • Selecionar três alunos para apresentar e comentar as cenas anotadas por eles.

    4. Pós – leitura - depois da exibição: análise dinâmica
    I. Perguntar aos alunos se suas hipóteses foram contempladas e se as cenas apresentadas têm relação com as hipóteses levantadas pelo grupo?

    II. Formar 04 grupos e sortear os tipos de análise.
    Grupo I - Análise globalizante - analisar as questões abaixo:
    - Aspectos positivos do vídeo
    - Aspectos negativos
    - Idéias principais que passa
    - O que vocês mudariam neste vídeo?

    Grupo II - análise Concentrada: escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes e responder as questões abaixo.
    - O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra)
    - O que dizem as cenas (significados)
    - Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).

    Grupo III - análise "funcional”
    a. Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos):
    b. - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos)
    c. - anotar as palavras-chave
    d. - anotar as imagens mais significativas
    e. - caracterização dos personagens
    f. - música e efeitos
    g. - mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final).

    Grupo IV - análise da linguagem
    a. - Que história é contada (reconstrução da história)?
    b. - Como é contada essa história ?
    c. - o que lhe chamou a atenção visualmente?
    d. - o que destacaria nos diálogos e na música?
    e. - Que idéias passa claramente o programa (o que diz claramente esta história)?
    f. - O que contam e representam os personagens?
    g. - Modelo de sociedade apresentado?
    h. - Ideologia do filme?
    i. - Mensagens não questionadas (pressupostos ou hipóteses aceitos de antemão, sem discussão).?
    j. - Valores afirmados e negados pelo programa (como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo)?
    k. - Como cada participante julga esses valores (concordâncias e discordâncias nos sistemas de valores envolvidos). A partir de onde cada um de nós julga a história?

    Grupo V – produção
    • Dramatizar situações importantes do vídeo assistido e discuti-las comparativamente. Usar a representação, o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à sua realidade.

    5. Sistematização
    A partir da analise do filme, o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.

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  5. Impressões pessoais sobre o 1º incentivo: Gestar de Língua Portuguesa
    Neste primeiro, encontro em 2009 senti falta da discussão sobre as teorias: sócio construtivismo, linguagem como processo de interação, o texto como uma realização concreta das situações de interação e um produto de condições sócio-históricas em que a significação é o ponto central, língua como um sistema aberto que possibilita os vários usos, o papel do professor e sua relação com o aluno que embasam o programa que estão no GUIA GERAL, pois a meu ver elas vão nortear a nossa reflexão sobre o ensino da Língua Materna.
    Sem essa percepção dificultou um pouco para situar o contexto em que está inserida a proposta do ensino de Língua Portuguesa do programa, mas isso não invalida o que foi visto durante a semana de 13/07 a 17/07/09. As estratégias de leitura e escrita apresentadas são interessantes a apropriadas para Ensino Fundamental d0 6º ao 9º ano da Escola Pública
    Quanto aos assuntos abordados nesse encontro a parte teórica eu já conhecia, mas é sempre muito bom perceber a leitura de outras pessoas. Às vezes não tem nenhuma informação nova, entretanto a discussão possibilita reafirmar o nosso saber.
    A dinâmica das oficinas foi satisfatória, contudo a articulação da teoria com a prática não houve. Sempre que realizava uma atividade sabia que ali por trás tinha um assunto que estava sendo abordado, mas as atividades eram apresentadas e eu ficava sempre esperando essa relação que não acontecia.
    Mas foi muito válido, pois houve troca de saberes e também dos nossos não saberes. Sem esquecer dizer que a proposta do programa ótima.

    Laureci Ferreira da Silva

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  6. Professora Rosa Maria este é o meu blog:formacaogestarunb.blogspot.com

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  7. Relatório da oficina introdutória
    Língua Portuguesa.

    Período: 27 a 30 de julho

    Dados pessoais:
    Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
    Matrícula: 11197573 - 0
    Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
    E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
    Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
    Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários

    Descrição de atividades realizadas

    Senhora formadora;
    Na semana de 27/08 a 30/08/2009 houve a aplicação da oficina introdutória por formadores de Língua Portuguesa e Matemática no Estado da Bahia.
    Essa oficina foi realizada no colégio Central da Bahia com apenas 20 cursistas no dia 27/08/09 no turno vespertino a oficina teve às 13h30min horário estabelecido pela coordenação do GESATAR - BA.
    Nesta oficina, foi desenvolvida as seguintes atividades: acolhimento, apresentação do roteiro, dinâmica da, árvore, mensagem o poder da visão, leitura e assinatura termo de compromisso, preenchimento da ficha cadastral, apresentação do programa, formação de grupos, entrega de materiais, estudo dirigido do guia geral, socialização, sistematização, apresentação do currículo do GESTAR II – matemática e língua portuguesa, objetivo da oficina, acolhimento final, avaliação da oficina

    Os cursistas demonstraram interesse em ampliar seus conhecimentos e, em aplicar o que aprendem nas oficinas em sua sala de aula e também demonstram um desejo de construir uma nova cultura para ensino público.
    Nesse primeiro momento discutimos sobre as concepções de aprendizagem, de linguagem e de texto que embasam o programa e com isso já começamos a refletir a prática pedagógica deles. Tiveram o primeiro contato com o material.
    Sem esquecer de mencionar que o objetivo dessa oficina é apresentar o programa para os professores de Língua Portuguesa e Matemática.

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  8. Relatório da formação da UNB
    Língua Portuguesa.

    Período: 03/08/09 a 08/08/09

    Dados pessoais:
    Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
    Matrícula: 11197573 - 0
    Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
    E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
    Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
    Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários

    Descrição de atividades realizadas

    Senhora formadora;
    Na semana de 03/08/09 a 08/08/09 participei da formação de formadores do GESTAR-BA pela UNB realizada no PAF 1 da UFBA. Nesse encontro tinha formadores da rede municipal e da rede estadual. A minha formadora é Rosa Maria Olimpio.
    Nesse encontro foi discutiu-se sobre Variação linguistica e Análise Linguistica e Literária. A formadora apresentou estratégias e atividades para adequadas para trabalhar com esses temas em sala de aula.
    Tivemos também momentos em que a professora Rosa Maria distribui alguns temas para que nós fizéssemos a leitura e apresentássemos para os colegas a concepção que o TP traz e o nosso ponto de vista. Elaboramos também atividades de leitura e de escrita sobre os temas abordados nesse encontro.
    Laureci Ferreira da Silva

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  9. PLANO DE AULA

    1 - IDENTIFICAÇÃO:

    1.2- Nome da Instituição de Ensino:
    Curso de Formadores – GESTAR II

    1.3-Área:LínguaPortuguesa

    1.4- Disciplina: Língua portuguesa ( Leitura, escrita, letramento e gêneros textuais)
    1.5 – Séries: 7ª e 8ª
    Colégio Estadual João XXII Itaberaba – Bahia DIREC - 18
    Formadora: Rita de Cassia R. Souza
    2 - TEMA : Filme: Narradores de Javé ( debate, reflexão gramatical, escrita e poder)


    3 – JUSTIFICATIVA:

    Visando estudar a língua e a refletir sobre a importância da mesma, da escrita e da leitura como resgate da história serão propostas discussões sobre alfabetização e letramento, enfatizando a relevância da linguagem narrativa na reconstrução cultural e histórica dos povos diferenciando mito e história.
    4 - OBJETIVO GERAL:

    Levar os alunos a refletir sobre o estudo da língua, a importância da escrita e da leitura como resgate da história.
    5 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
    1- Compreender e reconhecer características do texto narrativo; enfatizar a importância da linguagem narrativa na reconstrução cultural e histórica dos povos.
    2- Diferenciar mito e história.
    3- Estimular a prática da pesquisa e o conhecimento do passado mítico- histórico de sua comunidade e promover a habilidade de organização do tempo e do espaço na prática narrativa utilizando como recursos fatos e a imaginação.
    4- Promover um levantamento dos gêneros textuais apresentados no filme.
    5- Valorizar e respeitar a cultura e a oralidade de um povo; caracterizar a oralidade e a escrita como forma de comunicação; identificar dialetos, variantes lingüísticas da região.

    METODOLOGIA:
    Fazer uma prévia oral, levando em consideração os objetivos propostos acima.
    Exposição de conteúdo sobre o que é narrar? Elementos da narrativa e pessoas do discurso através de aula expositiva. Apresentação de filme “Os narradores de Javé” – atentando aos alunos para a importância do domínio da linguagem e a utilização da narrativa para reconstruir um passado histórico de um povo.
    Discutir com os alunos sobre a importância do domínio da escrita e leva-los a identificar tais aspectos no filme.
    Após assistir ao filme, faremos um debate sobre o assunto do filme: de que se trata, a linguagem regional usada, a narrativa, a importância de saber ler e escrever, por que as narrativas dos personagens eram contadas de formas diferentes, entre outros. Dividirei a sala em grupos e trabalharei uma proposta de produção de texto com gêneros diferentes.
    RECURSOS:
    Aparelho de DVD, data show e ou televisão, papel, caneta, lápis, quadro branco.
    AVALIAÇÃO:
    A avaliação será realizada através da observação em relação ao interesse, a participação ao desenvolvimento das atividades e a elaboração de gêneros textuais diferentes utilizando dialetos diferentes.

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  10. RELATÓRIO DA OFICINA PEDAGOGIA DE PROJETOS


    Por Rita de Cássia Rodrigues Souza
    Itaberaba – BA


    GESTAR II - Língua Portuguesa

    Oficina Pedagogia de Projetos

    Data- 28/08/2009

    Formadora: Rita de Cássia Rodrigues Souza


    Objetivo da Oficina: Discutir as etapas e elaboração de um projeto.

    A sala foi previamente organizada antes do início da oficina. Coloquei um pé grande direito na entrada da sala. Exposto no flip-chart o roteiro da oficina em local bem visível. Uma mesinha com o poema “Renova-te” de Cecília Meireles recortado e colado em papel dupla face de várias cores e com uma bala presa no poema.


    Acolhida:
    À medida que os professores cursistas iam chegando eram saudados e entregava-lhes o poema “Renova-te”. Iniciei a oficina às 08h15min (oito horas e quinze minutos, tenho um pouco de tolerância com o início da oficina porque veem professores de outras localidades) com a leitura e reflexão do poema, momento muito significativo nesta oficina, pois todos os cursistas fizeram suas considerações a respeito da mensagem do poema. Em seguida foi feita a leitura do roteiro da oficina.

    Desenvolvimento da Oficina

    Para a realização da “Dinâmica da Viagem” distribui para cada cursista miniatura de malas confeccionadas por mim em papel dupla face de cores diferentes e coloquei dentro delas cinco pedaços de papel e um hidrocor e pedi-lhes que escrevessem os cincos sonhos mais importantes de sua vida. Segui os passos da dinâmica da viagem.
    No momento da sensibilização fiz alguns questionamentos a respeito das dificuldades em abandonar os sonhos e relacionei a dinâmica com a construção de um projeto de maneira geral. A conclusão da dinâmica foi feita com a leitura e reflexão do texto “Malas prontas” de Anna Carolina Daltro Sampaio.
    Para o momento de estudo, os grupos foram formados a partir das palavras que estavam previamente destacadas no texto “Malas Prontas” (trajetória, dificuldade, tropeços, transformação e cobrança). Distribui a apostila de Nilbo Nogueira “Etapas de um projeto” – Pedagogia de Projetos e expliquei-lhes as atribuições do grupo: ler e refletir sobre um trecho do capítulo; registrar as idéias mais significativas em folha para flip chart e no final socializar as conclusões para os demais grupos. Após a socialização dos grupos e discussões, ressaltei sobre a importância da Pedagogia de Projetos, o que é realmente um projeto, como se faz um projeto, as ações e consequentemente as articulações destas, conforme o teórico Nilbo Nogueira e logo após, enfatizei os Objetivos da Pedagogia de Projetos, fiz também algumas abordagens sobre as características de um projeto (anexo 04 da oficina de projetos).

    Com o objetivo de exercitar a construção de um projeto fiz alguns questionamentos sobre os problemas evidentes no âmbito das escolas. Dei oportunidade para que os cursistas se expressassem oralmente. Em seguida fiz a distribuição do texto “Elaborando um projeto pedagógico” (anexo 05 da oficina de projetos) e um quadro para preenchimento pelo grupo sinalizando uma problemática comum às escolas, uma temática e uma possível ação. Após a socialização dessa atividade, combinei com os cursistas que em casa ou no horário de seu AC deveriam construir o projeto. Foram distribuídas as orientações para elaboração de um projeto os anexos: 07 – Etapas para o Projeto GESTAR II e o anexo 08 – Apresentação do Projeto. E para a avaliação da oficina entreguei uma ficha em forma de pezinho (anexo 09 da oficina de projetos) com o seguinte questionamento: O que a oficina propiciou para que você dê o primeiro passo na construção de um projeto?
    Orientei os cursistas para que socializassem suas avaliações montando um caminho no chão com os pezinhos. Como o som que estava usando na sala deu pane, cantamos a música de Raul Seixas “Tente outra vez” usando a cópia que já tinha sido distribuída aos cursistas. Finalizei a oficina com a discussão e apresentação do objetivo da mesma fazendo um paralelo com trechos da música cantada e entreguei-lhes o convite para a próxima oficina.

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